«La vita è dono di Dio. È Dio che crea la vita. I
genitori generano, la mamma partorisce, dà alla luce, ma la vita viene da Dio
ed Egli solo ne è il Signore.»[1]
Todo ser humano recebe de Deus um grande e
inviolàvel dom, que è o dom da vida, este Deus nos concedeu gratuitamente
apartir do momento em que fomos fecundados no ùltero materno com a colaboração
dos nossos genitores.
Então Deus disse:
"Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os
peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda
a terra, e sobre todos os répteis que se arrastem sobre a terra."Deus
criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a
mulher.Deus os abençoou: "Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei
a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e
sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.(Gn 1,26-28)
Portanto a vocação
primaira do homem, consiste na vocação à vida, pois como tal foi desejado,
criado e amado por Deus sobre todas as criaturas, tanto è que foi convocado
para administrar de modo responsàvel os bens da criação. “Deus contemplou toda
a sua obra, e viu que tudo era muito bom.” (Gn 1,31)
Quando Deus Criou o homem
em sua perfeita humanidade, colocou no seu coração a semente de bondade, que os
conduzia a viver em uma plena santidade e plena comunhão com o seu Criador, mas
o homem por sua vez, deixando-se conduzir pelo pecado, rompeu essa intima e
pura relação filial, a ponto de envergonhar-se do seu tão estimado Pai Criador.
Deu-lhe este preceito:
“Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; mas
não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que
dele comeres, morrerás indubitavelmente.” (Gn 2, 16-17)
A mulher, vendo que
o fruto da árvore era bom para comer, de agradável aspecto e mui apropriado
para abrir a inteligência, tomou dele, comeu, e o apresentou também ao seu
marido, que comeu igualmente. Então os seus olhos
abriram-se; e, vendo que estavam nus, tomaram folhas de figueira, ligaram-nas e
fizeram cinturas para si. E eis que ouviram o barulho
(dos passos) do Senhor Deus que passeava no jardim, à hora da brisa da tarde. O
homem e sua mulher esconderam-se da face do Senhor Deus, no meio das árvores do
jardim. (Gn 3, 6-8)
A atitude de Adão e Eva nos faz entender
que o pecado nos faz cegos e por si mesmo nos afasta da graça e da paz,
primeiramente nos afasta da paz conosco, com o pròximo e com Deus, porque expõe
nossa vergonha, nossa misèria, diante da graça e da infinita misericòrdia do
Criador.
Mas Deus não se cansa de nos amar, de nos
perdoar e de nos chamar denovo para o seu redil, para os propòsitos que almeja
para nossa vida, e insiste em nos abrir novos caminhos, marcados, è claro,
pelas consequencias de nossas livres escolhas.
Comerás o teu pão com o
suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado; porque és pó, e
pó te hás de tornar.” Adão pôs à sua mulher o nome de
Eva, porque ela era a mãe de todos os viventes. O Senhor
Deus fez para Adão e sua mulher umas vestes de peles, e os vestiu. E
o Senhor Deus disse: “Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do
bem e do mal. Agora, pois, cuidemos que ele não estenda a sua mão e tome também
do fruto da árvore da vida, e o coma, e viva eternamente.” O
Senhor Deus expulsou-o do jardim do Éden, para que ele cultivasse a terra donde
tinha sido tirado. E expulsou-o; e colocou ao oriente do
jardim do Éden querubins armados de uma espada flamejante, para guardar o
caminho da árvore da vida.
Depois de corrigir, a
atidude do homem com relação ao que Ele havia ordenado primeiro, è o pròprio
Deus quem tece as vestes de Adão e de sua mulher Eva, è o Senhor Deus quem lhe
dà vestes novas, vida nova, que ao longo do caminho percorrido pelo povo de Deus
no Antigo Testamento, obterà pleno cumprimento no Novo Testamento , atravès da
Encarnação, batismo, morte e ressurreição de Cristo, que nos darà a vida plena
a vida eterna e resgatarà da morte àqueles que primeiramente disseram “não” à
plenitude de vida.
[1] S. Duranti, La
fede in Gesù salvatore e il battesimo, Edizioni Porziuncola, Assisi, 1996,
p 145.